terça-feira, 12 de junho de 2012

Vida nova.

Blog novo, tudo novo, vida nova...
Não sei por onde começar, talvez pela falta de assunto, e por estar criando um blog a essa hora pela falta do que fazer.
No meu antigo blog eu falava sobre fatos que ocorriam comigo, ou com pessoas próximas. Mesmo que não fosse a idéia inicial do blog, ele acabou se tornando um espaço de humor. Eu gostava de escrever pra ele, de procurar imagens pra deixar o texto mais elaborado. Mas com o tempo fui cansando, e perdendo a vontade.
Não andava muito bem, portanto inspiração era algo que me faltava muito.
Tomei algumas decisões que mudaram totalmente o rumo da minha história - história essa da qual eu já não conseguia me imaginar -, e não foi da noite pro dia. Pensei muito e cheguei a conclusão de que o melhor a fazer era praticar o desapego. O problema é que meu desapego já é um pouco presente. Consequência disso foi que acabei me desapegando de tudo e de todos.
Daí surge o termo "Vida Nova". Mudei meus hábitos, meus horários, minha falas, meus amigos - que amigos? -, minhas bebidas, minha rotina. Mudei. E sabe o que aconteceu? Eu gostei. Pois é, gostei. Respirar novos ares, novos perfumes, novos carinhos... não falo apenas de carinho físico. Me abri para receber palavras carinhosas, pessoas carinhosas. E isso foi um grande avanço já que eu não deixava ninguém se aproximar.
Mas mesmo com esse carinho todo, me tornei uma pessoa mais fria e muito pouco calculista.
Se eu tenho vontade, eu faço. Se eu gostei, eu repito. E se me apeguei, não largo. Meio extremista, não é?!
As consequências são algo que não me incomodam nem um pouco.
É arriscado, as vezes doloroso, mas cá pra nós... É bom!
Um exemplo disso é esse blog. Não sei se vou continuar escrevendo. Posso dar uma passada aqui de 2 em 2 dias. Talvez de 2 em 2 semanas. Ou quem sabe 2 em 2 meses. Não me importa. Porque eu faço apenas o que tenho vontade. Ando cheia de conspirações, e teses sem sentido. Quase uma poeta, e quase uma doente mental, acho que as coisas existentes na mente desses dois tipos tenha a mesma base, e o mesmo objetivo. A diferença é que um aprende a se expressar e se torna poeta, o outro se perde em meio a tantas (in)certezas e acaba maluco. Estou entre essas duas vertentes. E é assim que vou levando até descobrir que fim terei - se é que isso vai ter fim -.

- Hoje eu só quero que o dia termine bem...

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